Hoje em dia, uma cozinha planejada contempla um equilíbrio pontual entre a funcionalidade do ambiente e dos seus eletrodomésticos, e também do cômodo em si. Afinal de contas, toda a área deve ser bem clara e arejada, facilitando o acesso e o trânsito de pessoas pelo local. Daí, a importância da iluminação da cozinha.


Por meio dela, o local ganha mais cores e aconchego às pessoas, além de tornar o processo de preparar as refeições e petiscos muito mais conveniente. Então, confira as dicas a seguir que preparamos, e descubra como planejar a iluminação da cozinha com elegância e eficiência!


Escolha o tipo de lâmpada adequado para a iluminação da cozinha


Uma das questões fundamentais para iluminar o ambiente é: luz quente ou luz fria. E ambas as opções podem ser relevantes para o cômodo, desde que você saiba como usá-las estrategicamente.


Por exemplo: a luz fria permite uma visualização mais efetiva das cores naturais do cômodo (os móveis e eletrodomésticos), facilitando a clareza para enxergar. Quem passa mais tempo na cozinha, seja cozinhando ou organizando o ambiente, pode preferir esse tipo de iluminação.



Já a lâmpada quente costuma gerar uma sensação maior de aconchego. Áreas integradas (como uma cozinha americana) podem causar um efeito mais positivo para a realização de refeições rápidas e também para servir e receber os amigos e parentes ao redor.


Tenha mais de uma fonte de iluminação na cozinha



Independentemente da escolha de lâmpada, procure agregar mais fontes para a iluminação da cozinha. Ou seja: não dependa unicamente do foco central para trazer luz a todo o cômodo.


Isso pode criar “pontos cegos” de iluminação, e cansar facilmente os olhos de quem fica mais tempo no ambiente. Então, você pode aproveitar o direcionamento de focos de luz para tornar o ambiente mais elegante e funcional. 


Bom exemplo para isso é o uso de spots de embutir. Eles podem ficar tanto no forro do teto como em torno de seus móveis e, inclusive, de bancadas. É importante, apenas, que o tipo de luz entre em harmonia com o foco principal de iluminação da cozinha para que não se misturem desordenadamente.


Faça uso dos pendentes



Especialmente em ambientes integrados, os pendentes são tão elegantes quanto funcionais. Por exemplo: cozinhas americanas podem contar com os pendentes para delimitar as áreas sem o uso de paredes.


Sobre as bancadas ou mesmo no centro de mesas onde são feitas as refeições, esses acessórios despontam como coadjuvantes de luxo para qualquer estilo decorativo. Vale atentar-se, entretanto, para que eles sejam proporcionais à metragem do espaço para que não roubem demais a atenção e iluminem com eficiência.


Dica: o uso de pendentes responde a uma importante regrinha. Mantenha-os sempre a uma distância entre 0,9 e 1 metro do objeto que o pendente ficará acima.


Faça uso da iluminação natural



Por ser um ambiente primordialmente funcional, a cozinha tem que dispor de dois elementos naturais: iluminação e ventilação. Ambos facilitam a ventilação do local, mantendo-o arejado, e oferecem mais bem-estar do que o uso artificial de recursos, como as lâmpadas frias ou quentes.


Então, antes de decorar com qualquer tipo de acessório para a iluminação da cozinha, certifique-se de fazer uso de janelas e portas que favoreçam a entrada de luz e de ar naturalmente. Além de economizar com a conta de luz e de melhorar o arejamento do espaço, contribui ativamente para evitar o surgimento de pontos de umidade no local.


Além disso, a luz que vem de fora privilegia as cores naturais dos seus móveis e eletrodomésticos. O que pode significar que ela vai interferir menos em suas propriedades do que as luzes artificiais (quentes ou frias) causam aos objetos.


Quer saber, agora, como você pode complementar tudo o que vimos aqui sobre a iluminação da cozinha? Então, aproveite para dar uma olhada em quais são as 7 principais tendências para a cozinha em 2020, e combine-as com as dicas deste post!